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5 opções que milionários investem

Quem possui muito capital, consegue fazer aplicações mais robustas. São opções que podem trazer um ótimo retorno no longo prazo sem, necessariamente, pôr todo o patrimônio em risco. Acompanhe nosso texto e veja algumas opções.

Os melhores investimentos para milionários

Se você se cansou dos baixos rendimentos da renda fixa, mas não quer arriscar perdas significativas no mercado de ações, preste atenção às nossas dicas. A seguir, apresentamos opções para diversificar sua carteira. Acompanhe:

1. LCI e LCA

Parte do patrimônio deve continuar, sempre, na renda fixa. Para ganhos mais expressivos, sugerimos as Letras de Crédito Imobiliário e as Letras de Crédito do Agronegócio. Esses títulos rendem uma porcentagem do CDI e não têm incidência de Imposto de Renda.

Como os papéis são encontrados com menos frequência, o investimento inicial geralmente tende a ser de R$30.000,00. Porém, o risco é baixo, pois o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) protege até R$ 250 mil da aplicação.

2. Fundos multimercado

Esses fundos são uma opção para investir em ativos de diferentes mercados. Investidores alocam capital e os recursos são administrados por um gestor profissional. A ideia é compartilhar tanto os ganhos quanto as perdas.

Para uma maior proteção da carteira, os ativos são distribuídos em diferentes mercados: renda fixa, ações, câmbio etc. Esse equilíbrio mitiga eventuais prejuízos, já que a alta de um setor costuma compensar a baixa de outro. Portanto, a rentabilidade pode ser alta.

3. Ativos alternativos

Milionários também investem fora do mercado financeiro. O segredo está em encontrar oportunidades de negócio que se valorizem com o tempo.

Entram na lista atividades como construção de imóveis, coleção de obras de arte e até aquisição de créditos judiciais (dívidas que o réu deverá pagar durante a execução da sentença de um processo).

Nesse último caso, a lógica é antecipar os recebíveis do credor para obter o dinheiro de volta com juros e correção monetária. Os rendimentos de 12% ao ano superam o retorno de diversas aplicações.

4. Fundos de Private Equity

Nessa modalidade, um grupo de investidores injeta capital em empresas com grande potencial de crescimento. O fundo se torna sócio da companhia e pode participar ativamente de sua administração. O objetivo é expandir a ponto de abrir capital na Bolsa de Valores.

O investimento mínimo passa dos R$ 100 mil. Porém o retorno é incerto, pois se trata de uma série de fatores econômicos e de administração da sociedade, que precisar estar em harmonia para o sucesso do empreendimento.

5. Equity crowdfunding

O termo “crowdfunding” está relacionado ao financiamento coletivo de produtos culturais. No entanto, em vez de livros ou discos, o equity crowdfunding financia novos negócios.

A diferença para os fundos de private equity é que o investidor pode realizar aportes muito menores. Ou seja: 

Com os mesmos R$ 100 mil do exemplo anterior, seria possível investir em dez empresas de segmentos diferentes, com boas perspectivas de crescimento a médio e longo prazo. Assim há mais chances de mitigação dos riscos e também de sucesso em seus aportes.

Quer saber detalhes? Então leia nosso artigo sobre o mercado de equity crowdfunding no mundo. Trata-se de uma excelente oportunidade de investimento para milionários – e para pessoas que desejem conquistar o primeiro milhão. Boa leitura!

Esse artigo não é uma recomendação de investimento.

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